Às 14h 10 (horário de Brasília), o índice caia 0,60% a 98.185 pontos.
O índice opera pressionado pela queda de 3% nas ações da TIM, protestos e divulgação de fracos dados econômicos interno e externo.
No interno, o dia é marcado por protestos ao redor do Brasil contra o governo de Jair Bolsonaro, a reforma da Previdência, cortes na educação e mudanças gerais.
Além disso, o Banco Central divulgou que o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) recuou de 0,47% em abril sobre março 2019 e abaixo da expectativa de subir 0,20%. Assim como no externo, os dados de produção industrial da China cresceram 5% em maio na comparação anual, mas registrou o menor nível em 17 anos e ficou abaixo da alta de 5,5% esperada pelo mercado.
As apreensões com o andamento da Guerra Comercial aumentam após a divulgação de fraqueza na economia chinesa. O mercado teme uma desaceleração econômica global com as indefinições da longa divergência tarifária entre as duas maiores economias do mundo. Além disso, espera novidades positivas sobre o próximo encontro de Donald Trump com Xi Jipping na cúpula do G20.