Às 13h 40 (horário de Brasília), o grão caia 0,23 pontos e 0,63% no contrato de setembro, negociado a R$ 36,32 saca e no novembro, caia 0,41 pontos e 1,08% a R$ 37,56/saca.
Os preços do milho operam influenciados pela boa queda de 7,25 pontos na Bolsa de Chicago (CBOT) em função das boas chuvas nas lavouras dos EUA durante o final de semana.
O mercado também sente muita falta de avanços significativos no andamento da Guerra Comercial. Os chineses exigiram hoje que os Estados Unidos permitam o comércio entre as empresas norte-americanas e a Huawei Technologies.
Por outro lado, as exportações dos EUA chegaram a 510 mil toneladas até o dia 15 de agosto e ficaram 370% abaixo da média semanal de 2.395 mil t necessárias para atingir o total da safra.
Já no interno, a pressão continua vindo pelos progressos na colheita do milho safrinha que chegou a 90,7% no Centro-Sul.
Mas o otimismo do mercado se dá pela primeira discussão da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) nesta semana.