Às 13 h 50 (horário de Brasília), o grão subia 0,04 pontos e 0,11% no contrato de setembro, negociado a R$ 37,10 saca. Mas no novembro, caia 0,11 pontos e 0,29% a R$ 38,22/saca.
Os preços do milho operam pressionados pela previsão de clima frio e possibilidade de geadas na região Sul do Brasil pelos próximos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as chuvas que afetaram o estado do Paraná neste final de semana devem ficar mais fracas durante essa semana.
Os preços também continuam sendo pressionados pelos avanços da colheita da safrinha e queda de 31% nos embarques semanais do milho até o dia 30 de agosto.
Por outro lado, o mercado se atenta à votação da reforma da Previdência que acontecerá nesta quarta-feira (04) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O relator do texto-base no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), deve apresentar a análise de mais de 200 alterações à proposta.
No cenário externo, a pressão vem pela falta de incertezas na solução da Guerra Comercial após a imposição das tarifas sobre os EUA e China.
Por outro lado, a motivação se dá pela queda de 45% nos embarques norte-americanos.