Às 15 h 25 (horário de Brasília), o dólar subia 0,12%, negociado a R$ 4,1900. E o Ptax, avançava 0,15%, a R$ 4,1831.
A moeda norte-americana repercute a procura do mercado por segurança financeira em meio aos fracos dados econômicos internacionais.
O Escritório Nacional de Estatísticas (ONE) da China divulgou que a produção industrial do país cresceu apenas 4,7% em outubro, ante o aumento de 5,8% no mesmo período de 2018. Indicando ao mercado que há uma irregularidade no crescimento econômico da segunda maior potência econômica global, o que pode ser grande consequência da falta de desfecho da disputa entre os asiáticos e norte-americanos.
Em relação à Guerra Comercial, os traders aguardam novidades significativas de quando e onde será o próximo encontro presencial dos líderes das nações. Mas segundo o Ministério do Comércio chinês, os países estão mantendo discussões “profundas” sobre a “Fase 1” do acordo e as divergências tarifárias.
Já no cenário doméstico, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR) subiu 0,44% em setembro, finalizando o 3º trimestre com o crescimento de 0,91%.
Os membros do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) assinaram o documento final da 11ª Cúpula do grupo, hoje, em Brasília. Os países concordaram com 73 tópicos para melhorias econômicas, políticas e climáticas.