Milho opera em alta expressiva na B3

Às 14 h (horário de Brasília), o milho subia 0,50 ponto e 1,05% no contrato de janeiro, negociado a R$ 47,90/saca. E o março, subia 0,43 ponto e 0,94%, a R$ 46,23/saca.

As cotações refletem a alta forte de 13,25 pontos no spot de trigo acompanhando questões climáticas nas origens produtoras e de 2,25 pontos no milho na Bolsa de Chicago (CBOT). Internamente, o suporte está vindo pelo expressivo crescimento na demanda interna.

Além do salto estimado em 6% na demanda doméstica na safra 2019/20, o acumulado de exportação já atinge 32,97 milhões de toneladas de milho até o momento, segundo dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços apurados pela DATAGRO. Em 2018/19, foram apenas 16,28 milhões de t.

Além disso, o mercado sente preocupação com a previsão de chuvas granizo que podem afetar as principais lavouras da região Sul do Brasil pelos próximos dias. O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) também alerta possibilidade de pancadas de chuvas, trovoadas, e rajada de ventos.