Às 13 h 10 (horário de Brasília), a soja caía 1,50 ponto e 0,17% no contrato de janeiro, negociada a US$ cents 875.25/bushel. No março recuava 1,25 ponto e 0,14%, a US$ cents 890.00/bushel.
As cotações desta tarde repercutem as preocupações do mercado com as recentes tensões estabelecidas entre os Estados Unidos e a China. Nesta manhã, a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Hua Chunying, afirmou que o governo norte-americano violou o direito internacional da China ao aprovar a lei favorável aos direitos humanos dos manifestantes em Hong Kong. Como forma de retaliação às leis, a nação asiática proibiu hoje navios e aeronaves militares dos EUA de fazer escala em Hong Kong.
Sendo assim, o mercado volta a temer a possibilidade da primeira fase do acordo comercial entre os países não ser assinada ainda neste ano. O prazo máximo para os Estados Unidos imporem novas tarifas sobre as importações chinesas é o dia 15 de dezembro.
Além disso, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) divulgou há pouco que a semana do dia 28 de novembro embarcou 1.548 mil toneladas de soja norte-americana, uma queda de 21% sobre as 1.952 mil t na semana anterior. Embora, os números estão 87% maiores do que a média semanal de 830 mil t necessárias para totalizar a safra 2019/20.