Às 8 h 39 (horário de Brasília), o milho operava com queda de 1,50 ponto e 0,40% no contrato de março, negociado a US$ cents 375.50/bushel. No maio, caía 1,25 ponto e 0,33%, a US$ cents 381.50/bushel nesta quarta-feira (11) na Bolsa de Chicago.
No fechamento de terça-feira (10), o cereal recuou 2,50 pontos e 0,68% no contrato de dezembro, negociado a US$ cents 363.25/bushel. No março, subiu 1,25 ponto e 0,33% a US$ cents 377.00/bushel.
Os futuros do milho operam no pregão noturno em queda leve influenciados pela soja que também está em leve recuo. Ambas as culturas seguem o último relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês), que para o cereal apontou estoques finais inalterados, enquanto se esperava redução.
O USDA apontou os estoques finais do cereal estadunidense 2019/20 em 48,53 milhões de toneladas, o mesmo registrado no relatório de novembro. A expectativa do mercado era de 47,70 milhões de t. Os estoques mundiais foram de 295,96 mi de t no mês anterior para 300,56 mi de t.
Os investidores aguardam novas informações sobre o acordo comercial entre Estados Unidos e China até o dia 15 de dezembro, data prevista para novas tarifas entre os países.