Às 12 h 01 (horário de Brasília), o milho registrava queda de 1,75 ponto e 0,46% no contrato de março, negociado a US$ cents 375.25/bushel. E no maio, baixa de 1,25 ponto e 0,33%, a US$ cents 381.50/bushel, nesta quarta-feira (11) na Bolsa de Chicago (CBOT).
Os futuros do cereal iniciam o dia pressionados pela queda da soja, devido ao relatório de estoques finais e produção divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) nesta terça-feira (10).
O cereal não teve grandes mudanças em seus números para 2019/20, com estoques finais nos Estados Unidos mantidos em 48,53 mi de t, enquanto o mercado esperava por uma redução. A produção foi estimada em 347,01 milhões de toneladas. Saindo do recorte norte-americano para o mundo, o USDA estimou que a produção mundial passe de 1.102,16 bilhão para 1.108,62 bi de toneladas. Os estoques finais foram estimados em 300,56 milhões de toneladas ante 295,96 mi de t no boletim de novembro.
A queda nesta quarta-feira também sugere a cautela dos investidores em relação às negociações entre EUA e China. Principalmente neste mês de dezembro, quando está marcada a próxima tarifação de produtos chineses que chegam em solo norte-americano.