Às 8 h 24 (horário de Brasília), o milho recuava 1,25 ponto e 0,32% no contrato de março, negociado a US$ cents 386.75/bushel. No maio, a baixa também era de 1,25 ponto e 0,32% a US$ cents 393.50/bushel nesta terça-feira (17) na Bolsa de Chicago.
No fechamento de segunda-feira (16), o milho registrou ganhos de 7,00 pontos e 1,84 % no contrato de março, negociado a US$ cents 388.00/bushel. No março, subiu 6,75 pontos 1,74%, a US$ 394.75/bushel.
Após o acordo comercial entre China e Estados Unidos “fase 1” ser concretizado, o mercado ficou otimista com o aumento da demanda chinesa por soja e os futuros do milho tiveram suporte. Porém, o movimento nesta manhã é de realização de lucros.
Os investidores também analisaram na véspera o forte avanço do trigo, com repercussão em Chicago e o novo relatório de embarques do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) divulgado na segunda-feira. Segundo as informações reportadas, 687 mil toneladas do cereal foram embarcadas na semana até 12 de dezembro, avanço de 40% em relação às 490 mil t da semana anterior.