Às 11 h 54 (horário de Brasília), a soja subia 2,00 pontos e 0,22% no contrato de janeiro, negociada a US$ cents 926.50/bushel. No março, também registrava avanço, de 2,25 pontos e 0,24%, negociada a US$ cents 938.50/bushel nesta sexta-feira (20) na Bolsa de Chicago.
A commodity mantém ritmo de alta nesta sexta-feira ainda sob a expectativa do acordo da “fase 1” em que a China concordou em comprar até US$ 50 bilhões em produtos agrícolas dos EUA a partir do ano que vem. Os traders agora esperam novas informações quanto às negociações a respeito da “fase 2” que devem começar a partir de 2020.
Para completar esse cenário positivo da oleaginosa, há ainda ecoando o efeito do relatório de registros semanais de exportação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), com 1,43 milhão de toneladas na semana encerrada em 12 de dezembro, representando uma alta de 36% em relação à semana anterior.
O USDA também informou que desse total semanal, 690 mil t das vendas foram enviadas à China. E mais, foi anunciada na véspera venda diária de 126 mil t da soja estadunidense referente à safra 2019/20 para China.
Nesta sexta-feira, o Câmara dos Deputados da Argentina aprovou aumento nas “retenções” para produtos agrícolas, com elevação da alíquota de exportação de soja para 33% e de milho, trigo e outros produtos para 15%.