Às 08 h 29 (horário de Brasília) desta quinta-feira (27), a soja na Bolsa de Chicago recuava 3,00 pontos e 0,34% no contrato de março, negociada a US$ cents 878.00/bushel. O maio caía 3,25 pontos e 0,36%, a US$ cents 888.75/bushel.
No fechamento de quarta-feira (26), a soja subiu de 2,00 pontos e 0,23% no contrato de março, negociada a US$ cents 881.00/bushel. O maio registrou ganhos de 3,75 pontos e 0,42%, a US$ cents 892.00/bushel.
Os futuros da soja seguem pressionados sob os temores com o COVID-19 e a sua proliferação mundial. Investidores temem impactos no comércio global e cumprimento chinês da primeira fase do acordo entre China e Estados Unidos.
Já foram registrados 82.524 casos do COVID-19 e 2.812 óbitos em todo o mundo.
Além disso, a decisão do governo argentino em suspender temporariamente os registros de exportação de produtos agrícolas é vista com receio pelos investidores.
O mercado espera nesta manhã quinta-feira o novo relatório de registros semanais de exportação que será divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).