Às 08 h 34 (horário de Brasília) nesta segunda-feira (02), o milho na Bolsa de Chicago avançava 2,50 pontos e 0,68% no contrato de março, negociado a US$ cents 369.00/bushel. O maio subia 1,50 ponto e 0,41%, cotado a US$ cents 369.75/bushel.
No fechamento da última sexta-feira (02), o cereal registrou alta de 2,00 pontos e 0,55% no contrato de março, negociado a US$ cents 366.50/bushel. O maio avançou 0,25 ponto e 0,07%, a US$ cents 368.25/bushel.
O cereal opera esta sessão em alta com ajustes de posições após fortes quedas registradas na semana anterior devido ao avanço do COVID-19. Além disso, o mercado olha para os esforços que têm sido feitos para conter o surto do novo vírus.
Alguns líderes da Europa, Oriente Médio e Américas adotaram restrições em relação às viagens, além de cortes nas taxas de juros de diversos bancos centrais ao redor do mundo a fim de conter impactos econômicos.
De acordo com a última divulgação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e apurada pela DATAGRO, 89.779 pessoas já foram atingidas pelo COVID-19 e os óbitos já ultrapassaram os 3 mil.
Os investidores agora esperam o novo relatório de exportações semanais que será divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) nesta segunda-feira.