Às 12 h 45 (horário de Brasília) desta quarta-feira (04), o milho na Bolsa de Chicago operava em alta de 1,75 ponto e 0,46% no contrato de maio, negociado a US$ cents 383.00/bushel. O contrato de julho avançava 0,75 ponto e 0,26%, a US$ cents 384.50/bushel.
O mercado chegou a operar em baixa em parte da manhã em movimentos de ajustes, mas voltou a subir acompanhando a soja. Há suporte das sinalizações econômicas de contenção aos efeitos do COVID-19 na economia global. O Federal Reserve (FED), em uma medida emergencial, cortou as taxas de juros dos EUA em 0,50 ponto percentual para uma meta de 1% a 1,25%.
Além disso, ainda é esperada alguma sinalização de novas compras agrícolas chinesas em relação a primeira fase do acordo comercial.
Por outro lado, o COVID-19 continua no radar dos investidores, principalmente com o novo crescimento no contágio de acordo com o levantamento da DATAGRO em aproximadamente 38% entre 2 e 3 de março, indo de 1.859 para 2.572 casos. Os óbitos também registraram aumento durante o mesmo período, indo de 67 para 85.
Dados atualizados nesta quarta-feira, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 94.000 foram contaminadas desde seu início e mais de 3.200 pessoas morreram. Itália, Irã, Coreia do Sul são os locais que mais registraram casos do vírus fora da China.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou que os preços dos seguros da safra de primavera caíram. O seguro das lavouras é uma garantia para os produtores e também para estabelecer um nível mínimo de renda.
O novo relatório de registros semanais de exportação que será divulgado pelo USDA nesta quinta-feira (05).