Milho opera pregão diurno em queda leve na CBOT

Às 12 h 54 (horário de Brasília) desta sexta-feira (06), o milho na Bolsa de Chicago operava em queda de 1,00 ponto e 0,26% no contrato de maio, negociado a US$ cents 380.75/bushel. O contrato de julho caía 1,00 pontos e 0,66%, a US$ cents 382.75/bushel.

Os futuros do milho se mantêm atrelados aos temores ao avanço do COVID-19 no mundo, ameaçando a economia global. De acordo com os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) compilados pela DATAGRO, referentes aos dias 04 e dia 05 de marços demonstram que o número de óbitos cresceu aproximadamente 22,8%, indo de 83 para 102 no mundo.

Durante o mesmo período, o número de casos saltou 35%, indo de 2.298 para 3.104. No acumulado de 22 de janeiro até 05 de março deste ano, a contaminação cresceu 19.273% e os óbitos 2.233%.

Outro fator que vem puxando o milho para baixo é a frustração com a “fase 1” do acordo comercial com promessas de compras de grandes volumes de produtos agrícolas estadunidenses pela China, mas que ainda não há nenhuma sinalização mais clara.

O mercado também repercute a alta nos estoques de etanol que registraram um recorde de 24.694 milhões de barris, segundo a Administração de Informação sobre Energia dos Estados Unidos (EIA, sigla em inglês).