Às 14 h 08 (horário de Brasília), desta quinta-feira (23), o milho cotado na Bolsa Brasileira recuava 0,30 ponto e 0,66% no contrato de maio, negociado a R$ 45,20/saca. Já o julho, registrava perdas de 0,05 ponto e 0,12%, a R$ 42,10/saca. Os contratos mais longos tinham alta.
Os futuros do milho refletiam a valorização dos contratos mais longos negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) com os registros de exportação dos Estados Unidos finalizados no dia 16 de abril, divulgados pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), enquanto os primeiros vencimentos tinham ajustes ante a véspera.
Atenção também para o segundo dia de recuperação dos preços do petróleo WTI para a competitividade do etanol de milho dos EUA.
No Brasil, o mercado segue de olho na previsão de geadas e falta de chuvas nos estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, preocupando os produtores do milho safrinha e outras culturas de inverno. Estima-se que a falta de chuvas deverá causar a redução de 10% na produção do cereal catarinense.