Às 13 h 17 (horário de Brasília), desta sexta-feira (24), o contrato de maio da soja registrava perdas de 6,00 pontos e 0,71% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 833.50/bushel. O julho caía 7,50 pontos e 0,89%, a US$ cents 839.25/bushel.
Apesar do recente crescimento das compras chinesas pela oleaginosa dos Estados Unidos, o mercado aguarda por informações de toneladas mais robustas para serem transportadas ao país asiático, conforme o acordo comercial fase 1.
O último relatório de registro semanal de exportação norte-americano publicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) ontem apontou 345 mil t foram registradas na semana do dia 16 de abril, uma queda de 36% diante da média semanal de 544 mil t necessárias para totalizar a temporada.
Apesar disso, o USDA informou mais cedo uma venda de 136 mil toneladas de soja 2019/20 para a China. E outra venda e 125 mil toneladas de soja para o México (39 mil toneladas serão enviadas durante a temporada 2019/20 e 86 mil t em 2020/21). Ontem (23), 272 mil toneladas de soja da safra 2019/20 foram compradas pela China.
Os traders também assimilam os recentes avanços da pandemia do coronavírus nos Estados Unidos que já soma mais de 890 mil pessoas infectadas e 50 mil mortas, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Mas DATAGRO Consultoria constatou que os casos permaneceram com a variação de 3% no mundo entre os dias 22 e 23 de abril, uma estabilidade.