Às 13 h 55 (horário de Brasília), desta quinta-feira (07), o contrato de julho do milho registrava ganhos de 4,50 pontos e 1,43% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 318.75/bushel. Enquanto isso, o setembro subia 3,75 pontos e 1,17%, a US$ cents 324.00/bushel.
O vice-primeiro-ministro chinês, Liu He, e o representante do comércio dos EUA, Robert Lighthizer, irão conversar por telefone na semana sobre as recentes tensões estabelecidas entre as nações e a continuidade do acordo comercial Fase 1. Em janeiro, a China se comprometeu a comprar US$ 200 bilhões adicionais de produtos norte-americanos, incluindo os agrícolas em até dois anos.
Mas ontem à tarde (06), o secretário de Estado americano, Mike Pompeo, voltou a responsabilizar os chineses pela criação e disseminação do COVID-19 e alegou, novamente, ter “evidência significativa”. A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hua Chunying, também disse ontem que “Os EUA devem para de pensar que podem usar tarifas como arma e um grande bastão para coagir outros países”.
Além disso, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) apontou que as lavouras com áreas de plantio acelerado no país podem receber uma onda de frio pelos próximos dias. Expectativa também para a melhora na demanda com a reabertura das atividades econômicas em países da Europa e Ásia. Os chineses realizaram hoje uma compra de 686 mil toneladas do cereal da safra 2019/20 e 2020/21.
O USDA também trouxe mais cedo seu novo boletim de registros semanais atualizados com um total de 775 mil t na semana do dia 30 de abril, uma queda de 43% sobre a semana anterior, com 1.357 mil t. Apesar da queda, o resultado ficou 109% acima da média semanal de 370 mil t necessária para totalizar o ano comercial.