No fechamento desta quarta-feira (13), às 16 h 53 (horário de Brasília), o contrato de julho do milho cotado na Bolsa Brasileira registrou ganhos de 0,61% e foi negociado a R$ 47,20/saca (no pregão anterior fechou a R$ 46,91/saca). Enquanto isso, o setembro subiu 0,99%, a R$ 45,77/saca (sobre R$ 45,32/saca).
A sessão foi marcada pela valorização no câmbio que chegou a atingir patamar recorde de R$ 5,93 mais cedo de olho na economia dos Estados Unidos após declaração do Federal Reserve (FED) com “período prolongado” de fraco crescimento econômico e política brasileira.
No cenário interno, por outro lado, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê as instabilidades expressivas em toda a região Sul do Brasil pelas próximas horas. O temporal também é previsto para o estado de São Paulo, região Norte e Nordeste do país.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou seu boletim a estimativa de aumento na produção de 3,7% em relação a safra passada, totalizando 75,9 milhões de toneladas.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apontou ontem (12) que a produção brasileira do milho 2019/20 foi estimada em 101 milhões de t.