No fechamento às 15 h 30 (horário de Brasília), desta segunda-feira (18), o contrato de julho do milho registrou ganhos de 1,50 ponto na Bolsa de Chicago e 0,47%, negociado a US$ cents 320.75/bushel. O setembro subiu 1,25 ponto e 0,31%, a US$ cents 324.25/bushel.
O dia foi marcado pelas expectativas de crescimento da demanda chinesa em meio à possível segunda onda e contaminação por COVID-19 após a flexibilização do isolamento social na China.
Além disso, o assessor da Casa Branca, Kevin Hassett, disse hoje que “o governo dos EUA está preparado para adotar mais medidas se necessário para sustentar a economia do país durante o surto do coronavírus”.
O otimismo da sessão também acompanhou a valorização de mais de 8% no preços do petróleo WTI no contrato de junho, aumentando a competitividade do etanol de milho norte-americano.
Apesar disso, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) apontou há pouco que os embarques do milho atingiram 1,15 milhão de toneladas até a semana do dia 14 de maio. O resultado ficou 18% abaixo da semana anterior e 8% menor do que a média semanal de 1,26 milhão de t necessária para totalizar a safra.