Às 13 h 22 (horário de Brasília), desta segunda-feira (01), os contratos de julho e agosto da soja operavam com ganhos de 1,75 ponto e 0,21% na Bolsa de Chicago, negociados a US$ cents 842.50/bushel e US$ cents 845.25/bushel, respectivamente.
Os futuros da oleaginosa permanecem influenciados pelo movimento técnico de ajustes nas posições depois das perdas moderadas nos últimos dias.
Além disso, a DATAGRO Consultoria analisou os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e constatou que o percentual de casos e óbitos no mundo causados coronavírus permaneceram em 2% e 1%, respectivamente, entre os dias 28 e 31 de maio. A taxa de mortalidade passou 6,02% para 5,97% entre o dia 30 e 31 de maio.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou há pouco que os embarques do país totalizaram 396 mil toneladas até o dia 28 de maio, uma alta de 15% sobre as 343 mil t na semana anterior. Apesar disso, ficaram 49% abaixo da média semanal de 743 mil t necessária para totalizar a safra atual.
Também persistem as preocupações sobre a relação comercial entre os Estados Unidos e a China e meio à disseminação da pandemia do COVID-19 e tentativa de cumprimento do acordo selado no dia 15 de janeiro entre as nações.
O governo chinês pediu nesta segunda-feira que suas empresas estatais suspendam a importação de alguns produtos norte-americanos, incluindo agrícolas, como soja e carne suína, depois dos conflitos envolvendo as duas potências econômicas e Hong Kong.