No fechamento às 15 h 30 (horário de Brasília), desta quinta-feira (25), o contrato de julho registrou perdas de 7,00 pontos e 2,16% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 317.25/bushel. O setembro caiu 6,50 pontos e 1,99%, a US$ cents 320.50/bushel.
O mercado teve o dia pressionado pelo temor do mercado em torno da possível segunda onda de contaminação do coronavírus nos Estados Unidos, China e Coreia do Sul. Além das preocupações com a recuperação da economia global e, consequentemente, demanda pelo cereal.
Atenção também para a continuidade do acordo comercial visto que a China não realizou compras robustas de produtos norte-americanos, incluindo a soja, milho e etanol. Entretanto, o presidente dos EUA, Donald Trump, reafirmou nesta semana que o acordo seguirá “intacto” com o governo chinês.
Além disso, as chuvas favoráveis às lavouras dos Estados Unidos e a maior competitividade do etanol norte-americano sobre o petróleo WTI seguem no radar.
Em aspecto neutro aos preços, os registros semanais de exportação dos EUA totalizaram 462 mil toneladas do cereal até 18 de junho, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês). Embora, tenha avançado 29% sobre as 358 mil t da semana anterior e 47% acima da média de 314 mil t, o volume foi considerado modesto pelo mercado.