No fechamento desta quinta-feira (25), às 16 h 39 (horário de Brasília), o contrato de julho do milho cotado na Bolsa Brasileira registrou ganhos de 0,37% e foi negociado a R$ 46,10/saca (no pregão anterior fechou a R$ 45,93/saca). Enquanto isso, o setembro recuou de forma leve em 0,42%, a R$ 44,11/saca (sobre R$ 44,30/saca). Os contratos mais longos registraram estabilidade.
O mercado assimila a informação de que uma intensa frente fria avança sobre a região Sul do Brasil nesta tarde, com condições para temporais e rajadas de vento de até 100 km/h, que pode prejudicar a colheita da safrinha. Ainda hoje, a região Sudeste e Centro-Oeste será atingida por pancadas de chuva.
Além disso, a colheita da safrinha no Centro-Sul do Brasil atingia 7,8% da área esperada até o dia 19 de junho, segundo dados da Consultoria DATAGRO. Apesar do avanço de 3,8 pontos percentuais sobre os 4% na semana anterior, os trabalhos do cereal estão atrasados em relação ao mesmo período de 2019, com 21,4% da área esperada colhida.
Apesar disso, internacionalmente, a desvalorização de 1,50 ponto na soja e 7,00 pontos no milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) influenciaram a sessão.