Soja opera em campo misto no pregão diurno da CBOT

Às 11 h 45 (horário de Brasília) desta terça-feira (30), a soja na Bolsa de Chicago subia 5,00 pontos e 0,58% no contrato de julho, negociada a US$ cents 871.50/bushel. O agosto avançava 2,75 pontos e 0,32%, a US$ cents 864.25/bushel, mas alguns vencimentos mais distantes tinham queda leve.

Os futuros da oleaginosa seguem em ritmo de alta nesta manhã na maioria dos contratos com suporte de recompras de posições, depois do fechamento em queda na véspera, apesar das preocupações com o financeiro diante dos temores com a pandemia do coronavírus.

Por outro lado, pesa ao mercado a ausência de sinalizações de compras mais robustas chinesas nos Estados Unidos a fim de honrar o acordo comercial “fase 1. Entretanto, as novas tensões políticas envolvendo os países continuam no radar após promulgação da lei de segurança nacional para Hong Kong.

Na véspera, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apontou que os embarques da oleaginosa norte-americana atingiram 352 mil toneladas até a semana do dia 25 de junho, uma alta de 27% sobre as 256 mil t na semana passada. Porém, o resultado ficou 61% abaixo da média semanal de 900 mil t necessária para totalizar a safra.

Outro fator que pesa nas negociações é o clima favorável às lavouras dos Estados Unidos. Na véspera, o relatório de estágios e condições divulgado pelo USDA trouxe leve melhora as plantações do país na última semana, para 71% em boas/excelentes condições, as áreas regulares atingiam 24% e ruim/muito ruim representavam 5%.

Ainda hoje, o USDA irá divulgar seu relatório de área na safra 2020/21 com expectativa de aumento para a oleaginosa, além da atualização de estoques. As safras de outras origens também estão no radar do mercado.