Soja registra queda leve no pregão noturno da CBOT

Às 08 h 24 (horário de Brasília) desta terça-feira (07), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto perdia 3,25 pontos e 0,36%, a US$ 895.25/bushel. O setembro desvalorizava 3,75 pontos e 0,42%, a US$ 895.25/bushel.

No fechamento de segunda-feira (06), a oleaginosa subiu 7,25 pontos e 0,81% no contrato de agosto, a 898.50/bushel. O setembro avançou 9,00 pontos e 1,01%, a US$ cents 899.00/bushel.

Os futuros da oleaginosa perdem forças nesta manhã em movimento de realização de lucros ante a véspera e repercutem os embarques semanais abaixo da média necessária para totalizar as projeções totais da safra, inclusive com chances de que os volumes na temporada fiquem abaixo das expectativas.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) apontou que os embarques norte-americanos da oleaginosa totalizaram 522 mil toneladas na semana finalizada no dia 02 de julho, uma alta de 56% sobre as 334 mil t na semana anterior, mas queda de 45% sobre a média semanal de 946 mil t necessária para totalizar a safra.

O mercado ainda monitora o clima nos EUA. No entanto, as lavouras de soja norte-americanas em condições boas/excelentes representavam 71% até o dia 05 de julho, mesmo percentual da semana anterior, segundo o USDA. As áreas com condição regular atingiam 24% e ruim/muito ruim representavam 5%.

As perdas são limitadas pela venda reportada pelo USDA na véspera para a China de 264 mil toneladas de soja na safra 2019/20. Além disso, os chineses parecem estar acelerando as compras como parte do acordo comercial “fase 1” firmado em janeiro, já que os volumes ainda estão distantes do que estava prometido no pacto.