Às 11 h 41 (horário de Brasília) desta quarta-feira (08), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto perdia 1,50 pontos e 0,17%, a US$ 895.00/bushel. O setembro se desvalorizava em 2,00 pontos e 0,22%, a US$ 894.50/bushel. Os contratos com vencimento mais distante tinham leve alta.
A oleaginosa é negociada em campo misto neste pregão diurno repercutindo, negativamente, as informações de ausência de compras chinesas após registros no início da semana, além de informações de clima mais favorável para a safra norte-americana em alguns estados.
As lavouras apontadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) como boas/excelentes até o dia 05 de julho totalizavam 71%, mesmo percentual da divulgação anterior. O acompanhou no início da semana previsões pessimistas para safra.
O aumento da área de produção da América do Sul em 2020 também é um dos fatores que pressionam os futuros da oleaginosa, além do movimento de realização de lucros ante os últimos dias.
Nesta semana, também foi divulgado pelo USDA o novo relatório de embarques semanais com 522 mil toneladas embarcadas na semana finalizada no dia 02 de julho, uma queda de 45% sobre a média semanal de 946 mil t necessária para totalizar as estimativas de exportação da safra, apesar de alta ante a semana anterior.
O USDA também divulgou que espera uma contínua recuperação da suinocultura chinesa e um crescimento na produção de aves, dessa forma, a demanda do país por commodities agrícolas pode avançar em 2020/21, disse um adido do Departamento ontem.
Para amanhã, é esperado o novo relatório de registros semanais de exportação do USDA e na sexta-feira (10) o boletim mensal de oferta e demanda.