Às 08 h 21 (horário de Brasília) desta segunda-feira (13), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto recuava 5,50 pontos e 0,62%, a US$ 881.75/bushel. O setembro caía 6,50 pontos e 0,73%, a US$ 879.00/bushel.
No fechamento de sexta-feira (10), a oleaginosa caiu 9,25 pontos e 1,03% no contrato de agosto, a 887.25/bushel. O setembro perdeu 9,75 pontos e 1,09%, a US$ cents 885.50/bushel.
Os futuros da soja são ainda pressionados nesta manhã pelo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) na semana anterior, que apontou que os estoques finais da safra 2019/20 do país foram atualizados para 16,87 milhões de t, um avanço de 5% sobre as 16 milhões de t esperadas.
Enquanto os estoques na safra 2020/21 foram apontados em 11,56 milhões de t, 0,5% maior do que a expectativa de 11,50 milhões de t. Além disso, o mercado realiza movimentos técnicos e repercute a melhora nas previsões climáticas para as áreas agrícolas dos EUA. O novo relatório de estágios e condições das lavouras sai hoje.
Ainda sobre o relatório de oferta e demanda, a produção de soja nos EUA foi estimada em potencial de atingir 112,54 milhões de t, 0,4% menor do que as 113 milhões de t esperadas pelo mercado. Também para hoje, é esperado o novo relatório de embarques semanais pelo USDA.