Soja registra alta leve no pregão noturno da CBOT

Às 08 h 16 (horário de Brasília) desta terça-feira (14), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto subia 4,75 pontos e 0,54%, a US$ 878.75/bushel. O setembro se valorizava 4,25 pontos e 0,49%, a US$ 875.75/bushel.

No fechamento de segunda-feira (13), a oleaginosa caiu 13,25 pontos e 1,49% no contrato de agosto, a 874.00/bushel. O setembro perdeu 14,00 pontos e 1,58%, a US$ cents 871.50/bushel.

A soja volta ao campo positivo nesta terça-feira após queda na véspera em ajuste de posições. Além disso, ontem (13), o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) divulgou o boletim estágios e condições das lavouras norte-americanas indicando leve piora na safra, apesar da indicação de clima mais favorável.

Foi apontado que as lavouras em condições boas/excelentes representavam 68% até o dia 12 de julho, ante 71% na semana anterior. As áreas com condição regular atingiram 25% e ruim/muito ruim representavam 7%.

Por outro lado, o USDA também apresentou o relatório de embarques semanais com 483 mil toneladas totalizadas da oleaginosa até a semana do dia 09 de julho, uma queda de 14% sobre as 561 mil t embarcadas na semana anterior e 52% abaixo da média semanal de 1 milhão de t necessária para totalizar a safra.

O mercado também espera informações de compras chinesas mais robustas da oleaginosa, com preocupação em relação ao cumprimento do acordo comercial “fase 1” firmado em janeiro de 2020.

Ainda sobre a China, segundo a imprensa internacional, o retorno das compras do país após o bloqueio por coronavírus pode voltar a animar os mercados. De acordo com dados alfandegários, as importações aumentaram 3% em relação a 2019, para US$ 167,2 bilhões, e 3,3% em junho ante maio. Sobre os bens norte-americanos, as importações subiram 10,6%, para US$ 10,4 bilhões.