Às 08 h 43 (horário de Brasília) desta terça-feira (14), o milho na Bolsa de Chicago subia 0,75 ponto e 0,23%, a US$ cents 329.50/bushel no contrato de setembro e se valorizava 0,75 ponto e 0,22% no dezembro, a US$ cents 337.25/bushel.
No fechamento de segunda-feira (13), o cereal perdeu 8,50 pontos e 2,52% no contrato de setembro, a US$ cents 328.75/bushel. O dezembro caiu 8,25 pontos e 2,39%, a US$ cents 336.50/bushel.
O milho volta ao campo positivo nesta sessão com investidores digerindo o relatório do Departamento de Agricultura dos Estado Unidos (USDA, sigla em inglês) que apontou que as lavouras do cereal norte-americano em condições boas/excelentes caíram para 69% até o dia 12 de julho, ante 71% na semana anterior.
As áreas com condição regular atingiram 23% e ruim/muito ruim representavam 8%, apesar das previsões mais otimistas para o desenvolvimento da safra nos últimos dias.
Por outro lado, segue pressão com divulgação de embarques semanais de 903 mil toneladas de milho embarcadas até o dia 09 de julho nos EUA, 12% abaixo da semana passada, com 1,03 milhão de t. O resultado também ficou 35% menor do que a média semanal de 1,41 milhão de t necessária para totalizar a safra.
O mercado ainda espera compras mais expressivas da China nesta semana. Entretanto, segundo a imprensa internacional, de acordo com dados alfandegários, as importações chinesas aumentaram 3% em relação a 2019, para US$ 167,2 bilhões, e 3,3% em junho ante maio. Nos bens norte-americanos, subiram 10,6%, para US$ 10,4 bilhões.
A queda do petróleo também pesa negativamente sobre o milho, pois afeta a competitividade do etanol norte-americano. Para hoje, é esperado o relatório de estoques semanais do Instituto Americano do Petróleo (API, sigla em inglês).