Às 08 h 41 (horário de Brasília) desta quarta-feira (15), o milho na Bolsa de Chicago caía 0,75 ponto e 0,23%, a US$ cents 326.75/bushel no contrato de setembro e perdia 0,50 ponto e 0,15% no dezembro, a US$ cents 334.25/bushel. Os contratos mais distantes operavam em campo positivo e negativo.
No fechamento de terça-feira (14), o cereal perdeu 2,75 pontos e 0,84% no contrato de setembro, a US$ cents 326.00/bushel. O dezembro caiu 2,75 pontos e 0,82%, a US$ cents 333.75/bushel.
Os futuros do milho continham em forte oscilação. Como fatores de pressão, segue previsão de favorável para as lavouras dos EUA nos próximos dias. Em complemento, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) apontou melhora no índice de umidade do solo considerado adequado, indo de 57% para 58% até dia 12.
Outro fator que vem pesando nas negociações é o aumento nos casos de coronavírus nos EUA, que prejudica a recuperação das atividades econômicas do país e, dessa forma, a demanda por energia, sendo a Califórnia, Flórida e Texas os estados com maior avanço da doença.
Por outro lado, na véspera, o USDA registrou venda recorde à China de 1,76 milhão de toneladas na temporada 2020/21. Além disso, há reporte de que as lavouras norte-americanas tiveram uma piora de 2 pontos percentuais nas condições boas/excelentes no mesmo período, indo de 71% na semana anterior para 69%, segundo o Departamento.
Nos estoques de petróleo dos Estados Unidos, o Instituto Americano de Petróleo (API, em inglês) apontou uma queda de 8,322 milhões de barris na semana passada, bem acima da projeção de queda de 2,100 milhões de barris. Isso melhora as perspectivas da competitividade do etanol de milho ante combustíveis fósseis.