Às 12 h 17 (horário de Brasília) desta terça-feira (14), o milho na Bolsa de Chicago perdia 1,75 ponto e 0,54%, a US$ cents 324.25/bushel no contrato de setembro e recuava 1,75 ponto e 0,52% no dezembro, a US$ cents 331.50/bushel.
Após forte oscilação, os futuros do cereal registram queda nesta sessão seguindo a previsão favorável para as lavouras dos EUA nos próximos dias. Em complemento, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, em inglês) apontou melhora no índice de umidade do solo considerado adequado, indo de 57% para 58% até dia 12 de julho.
Além disso, o mercado realiza ajustes ante o avanço da véspera e se preocupa com os avanços da pandemia do coronavírus nos Estados Unidos. De acordo com a imprensa internacional, dos 50 estados que compõem o país, 35 registraram crescimento no número de infecções. Flórida, Arizona e Texas estão situação delicada com sistemas de saúde próximo do colapso.
O estado da Califórnia continua sendo o mais afetado no momento pelo novo alastramento do vírus e está interrompendo as atividades que havia reaberto, como bares, restaurante e cinemas. Apesar disso, há otimismo do mercado financeiro no dia com os avanços da vacina da farmacêutica Moderna, mas testes seguirão.
Também como suporte, o USDA reportou pelo segundo dia seguida venda de milho para a China, totalizando 132 mil toneladas na campanha 2020/21. O novo anúncio ocorre após recorde na véspera de 1,76 milhão de t. Os negócios ocorrem mesmo após o presidente norte-americano Donald Trump eliminar o status especial concedido para Hong Kong na véspera.
Ainda é esperado o relatório oficial da Administração de Informações sobre Energia dos EUA (EIA, sigla em inglês) que será divulgado hoje com atenção do mercado para a competitividade do etanol. E, para amanhã, o boletim de registros semanais do USDA.