Às 08 h 25 (horário de Brasília) desta sexta-feira (17), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto subia 2,75 pontos e 0,31%, a US$ 896.25/bushel. O setembro se valorizava 3,00 pontos e 0,34%, a US$ 891.25/bushel.
No fechamento de quinta-feira (16), a oleaginosa subiu 7,25 pontos e 0,82% no contrato de agosto, a 893.50/bushel. O setembro avançou 7,50 pontos e 0,85%, a US$ cents 888.25/bushel.
Os futuros da soja são sustentados nesta manhã pelo alto volume de compras chinesas reportado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês). Na véspera, foram 522 mil toneladas da oleaginosa para envios em 2019/20 e 2020/21.
O USDA também reportou ontem mais 351 mil t para destinos não revelados para as duas safras.
Na véspera, ainda foi divulgado o novo relatório de registros de exportação do USDA da semana finalizada no dia 09, que totalizou 313 mil t da safra atual. Uma queda de 67% sobre as 952 mil t do relatório anterior, mas bem acima da média semanal necessária de -200 mil t para totalizar a safra.
Já na safra 2020/21, foram registradas 768 mil t da oleaginosa ante 382 mil t na semana anterior, com alta de 101,05%, mas 16,25% abaixo da média semanal de 917 mil t.
As volumosas compras pela China reacendem o otimismo do mercado em relação ao cumprimento do acordo comercial “fase 1” entre EUA e o gigante asiático. Apesar disso, os embates no campo político entre Pequim e Washington continuam sendo avaliados.
Por outro lado, os temores de uma forte segunda onda de contaminações pelo vírus nos Estados Unidos continuam gerando insegurança nos negociadores em diferentes campos de investimentos.