Às 08 h 34 (horário de Brasília) desta segunda-feira (20), o milho na Bolsa de Chicago recuava 3,50 pontos e 1,05%, a US$ cents 329.50/bushel no contrato de setembro e perdia 3,75 pontos e 1,10% no dezembro, a US$ cents 336.00/bushel.
No fechamento de sexta-feira (17), o cereal registrou ganhos de 2,75 pontos e 0,83% no contrato de setembro, a US$ cents 333.00/bushel. O dezembro subiu 2,25 pontos e 0,67%, a US$ cents 339.75/bushel.
Os futuros do milho voltam ao campo negativo devido às incertezas no setor energia dos Estados Unidos, após nova onda infecções de coronavírus em estados do país, principalmente Califórnia, Flórida e Texas. Dessa forma, o etanol norte-americano perde ainda mais competitividade.
Nesta manhã, os futuros do petróleo WTI recuam moderadamente, apesar de seguirem próximos de US$ 40/barril. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) estima volume de milho destinado à produção de etanol de 132,09 milhões de toneladas na temporada 2020/21.
Em complemento, as previsões climáticas favoráveis nas áreas agrícolas dos EUA ajudam a pressionar os futuros. O boletim de estágios e condições das lavouras será divulgado nesta segunda-feira, assim como os embarques semanais pelo USDA.