Nesta segunda-feira (20), o petróleo WTI recuava 0,81%, a US$ 40.26/barril, às 09 h 15 (horário de Brasília) na Bolsa de Nova York.
No fechamento de quinta-feira (16), o contrato do WTI caiu 1,22%, a US$ 40.75/barril.
Os futuros do petróleo são fortemente afetados nesta sessão com investidores temerosos com a chamada “segunda onda” de infecções por coronavírus nos EUA e no mundo devido aos prejuízos que ela pode causar na recuperação da economia e da demanda por energia.
Os temores vêm atrelados ao relaxamento nos cortes na produção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+), de 9,7 milhões de barris por dia (bpd) para 7,7 milhões de bpd, a partir de agosto. Os investidores temem que esse aumento nas produções possa novamente levar a um mercado inundado por combustível e com fraca demanda.
Apesar disso, vale lembrar que serão feitos cortes excedentes por Iraque, Nigéria e Angola em breve para compensar a alta produção entre maio e junho. Por outro lado, o mercado também avalia positivamente os avanços nos testes clínicos de diferentes vacinas candidatas a combater o coronavírus pelo mundo.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apurados pela DATAGRO mostram que, até dia 19 de julho, o crescimento diário global de casos e óbitos se manteve em 2% e 1%, respectivamente, a 14.634.653 casos e 608.559 de óbitos no mundo. A taxa de mortalidade caiu de 4,19% no dia anterior para 4,16% neste fim de semana.
Para amanhã, é esperado o novo relatório do Instituto Americano do Petróleo (API, sigla em inglês).