Às 12 h 05 (horário de Brasília) desta quarta-feira (22), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto caía 0,50 ponto e 0,06%, a US$ 896.00/bushel. O setembro perdia 1,00 ponto e 0,11%, a US$ 890.00/bushel. O contrato de agosto de 2021 registrava leves ganhos.
Os futuros da soja continuam pressionados nesta sessão ainda repercutindo o reflexo do clima favorável para o desenvolvimento da safra nos Estados Unidos, apesar de altas temperaturas registradas em alguns estados, mas o cenário não gera preocupação por conta do tempo instável.
Em complemento, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) apontou que as condições das lavouras boas/excelentes representavam 69% até o dia 19, 1 ponto percentual acima dos 68% na semana anterior. As áreas regulares ficaram em 24% e ruim/muito ruim representavam 7%.
Além disso, há atenção ao financeiro depois que a relação conturbada entre EUA e China ganhou um novo capítulo nesta madrugada. O governo norte-americano determinou o fechamento do consulado chinês em Houston, no Texas. Pequim considera uma retaliação. A decisão veio após possível ataque cibernético com foco no desenvolvimento de vacina contra o coronavírus.
Os altos casos de coronavírus em estados norte-americanos também seguem no radar. Apesar disso, segundo as informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) analisadas pela DATAGRO, até dia 21 de julho, a taxa de mortalidade global ligada ao vírus caiu 4,13% no dia anterior para 4,10% ontem (21).
Em viés positivo, o USDA afirmou hoje que exportadores estadunidenses reportaram duas vendas de soja para a China, de 453 mil toneladas e de 262 mil t na campanha 2020/21. A venda de 453 mil t, do total, 66 mil t são do ano comercial 2019/20 e mais 387 mil t serão enviadas em 2020/21, além de mais 211,30 mil t para destinos não revelados.