Às 12 h 03 (horário de Brasília) desta sexta-feira (24), o milho na Bolsa de Chicago avançava 0,50 ponto e 0,15%, a US$ cents 328.50/bushel no contrato de setembro e subia 0,75 ponto e 0,22% no dezembro, a US$ cents 336.25/bushel.
Diferentemente da soja, o mercado do milho sente menor impacto nesta sessão dos desdobramentos da relação entre Washington e Pequim. O avanço expressivo do trigo na CBOT, com temores com a oferta global, dá suporte ao cereal, além da repercussão dos registros da véspera de mais de 2,50 milhões de toneladas nas duas safras, o maior nível desde março de 2018.
O mercado também tem alguma repercussão positiva pela previsão de tempo mais firme nesta reta final de semana no cinturão produtor do Meio-Oeste norte-americano, mas as chuvas devem retornar já nos próximos dias, além de pressão com a tendência climatológica atualizada de temperaturas mais amenas para a maior parte da região.
Além disso, segue o suporte da véspera pelo relatório de registros positivos na soma das safras do cereal nos EUA, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês). Da safra 2020/21, foram registradas 2,33 milhões de t na semana finalizada no dia 16 de julho, bem acima da média semanal de 902 mil t.
Da temporada 2019/20, foram apontadas 221 mil de toneladas no mesmo período, 4% abaixo da média de 230 mil t necessária para totalizar a safra.