Milho opera em queda leve nesta tarde na CBOT

Às 13 h 37 (horário de Brasília), desta segunda-feira (27), o contrato de setembro do milho operava com perdas de 1,25 ponto e 0,38% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 325.00/bushel. Enquanto o dezembro caía 1,00 ponto e 0,30%, a US$ cents 334.00/bushel.

Os preços assimilam os embarques de milho nos Estados Unidos que atingiram 797 mil toneladas até o dia 23 de julho, 32% abaixo do totalizado na semana anterior de 1,18 milhão de t, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês). O resultado também ficou 50% menor da média semanal de 1,58 milhão de t necessária para totalizar a safra.

Além disso, o mercado segue cauteloso com as consequências das recentes tensões estabelecidas entre os Estados Unidos e a China na última semana, podendo impactar diretamente no cumprimento da “Fase 1” do acordo comercial assinado no dia 15 de janeiro entre as nações.

A contínua disseminação do coronavírus nos estados norte-americanos da Califórnia, Texas, Flórida, Louisiana, Tennessee e Oklahoma depois da reabertura das atividades econômicas nas últimas semanas também permanecem preocupando os traders. Apesar da DATAGRO Consultoria constatar que o percentual de variação diária nas contaminações pelo COVID-19 no mundo passou de 2% para 1% entre os dias 25 e 26 de julho.

O Centro de Previsão Meteorológica (WPC, sigla em inglês), ligado à Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês) também alertou mais cedo que chuvas são previstas para a maior parte da região de lavouras do Meio-Oeste dos Estados Unidos. Os volumes mais intensos serão registrados em Iowa, Missouri, Illinois e Indiana pelos próximos sete dias.

Atenção também para o barateamento dos preços do petróleo WTI negociado na Bolsa de Nova York nesta tarde, influenciando a competitividade do etanol de milho nos EUA.