Milho registra queda forte no pregão noturno da CBOT

Às 08 h 40 (horário de Brasília) desta terça-feira (28), o milho na Bolsa de Chicago perdia 2,75 pontos e 0,85% a US$ cents 322.25/bushel no contrato de setembro e recuava 3,00 pontos e 0,90% no dezembro, a US$ cents 331.50/bushel.

No fechamento de segunda-feira (27), o cereal registrou perda de 1,25 ponto e 0,38% no contrato de setembro, a US$ cents 325.00/bushel. O dezembro se desvalorizou 0,50 ponto e 0,15%, a US$ cents 334.50/bushel.

Assim como na soja, os futuros do milho também sentem os efeitos da previsão climática favorável ao desenvolvimento das lavouras, com chuvas para as áreas agrícolas do Meio-Oeste dos Estados Unidos pelos próximos dias e temperaturas dentro da normalidade.

Além disso, as lavouras de milho dos Estados Unidos em condições boas/excelentes subiram para 72% até o dia 26 de julho, sobre 69% na semana anterior, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês) na véspera.

Os embarques do cereal na semana até dia 23 de julho também foram considerados fracos, atingiram 797 mil toneladas, segundo o USDA, ficando 50% menores do que a média semanal de 1,58 milhão de t necessária para totalizar a safra. No comparativo semanal, ficou 32% menor.

Para hoje, é esperado o novo relatório do Instituto Americano do Petróleo (API, sigla em inglês) a fim de avaliar a retomada das atividades econômicas em meio às novas infecções e impactos na demanda por energia.