Soja despenca neste pregão diurno da CBOT

Às 11 h 44 (horário de Brasília) desta terça-feira (28), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto perdia 12,50 pontos e 1,34%, a US$ 885.75/bushel. O setembro recuava 13,00 ponto e 1,45%, a US$ 885.75/bushel.

A oleaginosa continua sendo pressionada nesta sessão pelas previsões climáticas favoráveis ao desenvolvimento da safra na maior parte da região agrícola dos Estados Unidos, com indicação de chuvas pelos próximos dias e temperaturas dentro da normalidade.

Em complemento, as lavouras de soja dos Estados Unidos em condições boas/excelentes atingiram 72% até dia 26, ante 69% na semana anterior, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês). As áreas com condição regular atingiam 22% e ruim/muito ruim representavam 6%.

Além disso, os embarques semanais divulgados na véspera, também pelo USDA, foram considerados fracos, com 473 mil toneladas até dia 23 de julho. Aproximadamente 60% abaixo da média semanal de 1,22 milhão de t referente à safra 2019/20. Por outro lado, ontem foram registradas novas vendas da oleaginosa para China e México.

Os rumos do acordo comercial continuam sendo avaliados diariamente pelos negociadores da oleaginosa devido aos inúmeros episódios entre as potências. A imprensa internacional apontou que apesar da China estar comprando produtos norte-americanos, as quantidades não parecem suficientes para o cumprimento da cota.

Os estados da Califórnia, Flórida, Texas, Arizona, Kansas e Oklahoma são os que vêm registrando maiores curvas de contaminações e óbitos nos últimos dias. Apesar disso, os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) analisados pela DATAGRO, até o dia 27 de julho mostram que a taxa de mortalidade global continua em queda de 3,97% para 3,94%.