Soja finaliza o dia com queda expressiva na CBOT               

No fechamento às 15 h 30 (horário se Brasília), desta terça-feira (28), o contrato de agosto registrou perdas de 9,75 pontos e 1,08% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 896.75/bushel. O setembro recuou 11,75 pontos e 1,35%, a US$ cents 887.75/bushel.

Os preços tiveram o dia marcado pela movimentação técnica de realização nos lucros depois da valorização leve na véspera. Além da assimilação das condições boas/excelentes nas lavouras de soja que melhoraram 3 pontos percentuais na última semana.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) apontou ontem (27) em relatório atualizado que as condições atingiram 72% da área prevista até o dia 26 de julho, sobre os 69% na semana anterior.

Em relação às previsões climáticas, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês) prevê chuvas na maior parte da região de lavouras do Meio-Oeste dos Estados Unidos pelos próximos dias, favorecendo os trabalhos de campo.

Além disso, o mercado segue temendo as consequências das tensões estabelecidas entre os Estados Unidos e a China, o que pode impactar na continuidade do acordo comercial. A imprensa internacional apontou que os chineses devem acelerar as compras de produtos norte-americanos, incluindo agrícolas, para cumprir o acordo.

Por outro lado, a DATAGRO Consultoria constatou que o percentual de variação diária nas contaminações e óbitos pelo COVID-19 no mundo permanece em estabilidade de 1% entre os dias 26 e 27 de julho.