Às 08 h 37 (horário de Brasília) desta quarta-feira (29), o milho na Bolsa de Chicago estava estável, a US$ cents 320.00/bushel no contrato de setembro e registrava valorização em 0,25 ponto e 0,08%, a US$ cents 330.25/bushel, no dezembro. Os contratos de vencimento mais distante operavam em campo positivo.
No fechamento de terça-feira (28), o cereal registrou perda de 5,00 pontos e 1,54% no contrato de setembro, a US$ cents 320.00/bushel. O dezembro se desvalorizou 4,50 pontos e 1,35%, a US$ cents 330.00/bushel.
Assim como a soja, o milho também opera em campo misto nesta sessão, com pressão do relatório apontando melhora nas condições das lavouras norte-americanas. Segundo as informações do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), as lavouras boas/excelentes foram de 69% para 72%.
Em complemento, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês) apontou que os próximos dias serão marcados por chuvas favoráveis às lavouras no Meio-Oeste dos Estados Unidos, principal zona agrícola do país.
Na véspera, o Instituto Americano do Petróleo (API, sigla em inglês) apontou que na última semana os estoques dos EUA registraram queda de 6,83 milhões de barris, para 531 milhões de barris, mas mesmo assim o petróleo caiu forte, tendo impacto no milho por conta da competitividade do etanol. Por outro lado, há suporte técnico no mercado.