Às 08 h 31 (horário de Brasília) desta quinta-feira (30), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto perdia 4,25 pontos e 0,48%, a US$ 887.25/bushel. O setembro se desvalorizava 3,25 pontos e 0,37%, a US$ 881.5/bushel. Os contratos de vencimento mais distante registravam estabilidade.
No fechamento de quarta-feira (29), a oleaginosa recuou 5,25 pontos e 0,59% no contrato de agosto, a 891.50/bushel. O setembro caiu 3,25 pontos e 0,37% a US$ cents 884.50/bushel.
Novos desdobramentos entre China e Estados Unidos pesam nas negociações da oleaginosa nesta sessão, com os investidores atentos em como isso pode prejudicar o acordo comercial “fase 1”. Os EUA e a Austrália anunciaram ampliação de cooperação militar em resposta à China. Além disso, os chineses acusaram Washington de interferir na relação com o Brasil.
Em complemento, os EUA ajudarão o Japão a monitorar incursões chinesas perto das ilhas do Mar do Leste da China, pertencentes do Japão, mas reivindicadas por Pequim. A disputa pela região marítima se prolonga há anos.
Além disso, outro fator baixista ainda está ligado à previsão de um clima favorável para o desenvolvimento das lavouras do Meio-Oeste dos Estados Unidos, com chuvas previstas pelos próximos sete dias e temperaturas dentro da média. A melhora na condição das lavouras na última semana também ainda repercute.
Hoje (30), será divulgado o relatório de registros de exportação.