Às 08 h 21 (horário de Brasília) desta sexta-feira (31), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto subia 6,00 pontos e 0,67%, a US$ 897.75/bushel. O setembro avançava 4,25 pontos e 0,54%, a US$ 891.50/bushel.
No fechamento de quinta-feira (30), a oleaginosa teve alta de 0,25 ponto e 0,03% no contrato de agosto, a 891.75/bushel. O setembro avançou 2,25 pontos e 0,25%, a US$ cents 886.75/bushel.
A oleaginosa volta ao campo positivo em movimentações técnicas de ajuste, após fortes desvalorizações desta semana, e com suporte dos positivos registros de exportação da véspera. Apesar do clima ainda estar sendo monitorado pelo mercado.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) apontou que na temporada 2020/21, até o dia 23 de julho, 3,34 milhões de toneladas foram registradas, uma alta de 45% sobre as 2,30 milhões de t na semana passada e bem acima da média semanal necessária.
Por outro lado, o registro semanal de exportação referente à safra 2019/20 totalizou 258 mil t. Uma queda de 29% sobre as 365 mil t na semana anterior, mas acima da média semanal necessária para totalizar a safra.
Apesar do campo positivo, os investidores estão analisando diariamente a tensão entre os EUA e a China. A China acusou o governo norte-americano de querer “eliminar ou minar” a atuação da Huawei no Brasil, após advertência do país, caso o governo brasileiro permita a entrada da tecnologia 5G.