Às 13 h 19 (horário de Brasília), desta sexta-feira (31) o contrato de agosto da soja operava com ganhos de 5,00 pontos e 0,56% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 896.00/bushel. O setembro subia 3,50 ponto e 0,39%, a US$ cents 890.25/bushel.
Os preços repercutem o movimento altista da véspera com os registros semanais de exportação melhores do que a média semanal necessária para totalizar as safras 2019/20 e 2020/21.
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês ) apontou ontem (30) que o registro de exportação de soja da safra 2019/20 totalizou 258 mil t até o dia 23 de julho. Uma queda de 29% sobre as 365 mil t na semana anterior e acima da média semanal necessária para totalizar a safra.
Já na temporada 2020/21, 3,34 milhões de toneladas foram registradas no período, uma alta de 45% sobre as 2,30 milhões de t na semana passada e bem acima da média semanal necessária para totaliza a safra.
Além disso, foi informado pelo USDA mais cedo uma venda de 222 mil t de farelo de soja para as Filipinas no ano comercial 2020/21, colaborando para o otimismo em torno da melhora na demanda global.
Por outro lado, atenção também para a previsão do Centro de Previsão Meteorológica (WPC, sigla em inglês), da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, em inglês), de continuidade das chuvas sobre as lavouras do Meio-Oeste dos Estados Unidos. Mas com os maiores volumes neste início de agosto concentrados na região Sul.
Ainda em aspecto negativo, as preocupações permanecem em torno da disseminação do coronavírus nos Estados Unidos, países europeus e asiáticos.
Além das incertezas com a continuidade acelerada do cumprimento do acordo comercial assinado no dia 15 de janeiro entre o governo norte-americano e chinês, já que não informações adicionais significativas sobre as recentes tensões estabelecidas entre as nações.