Às 13 h 39 (horário de Brasília), desta segunda-feira (03), o contrato de setembro do milho operava com perda de 0,50 ponto e 0,16% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 315.50/bushel. Enquanto o dezembro caía 0,75 ponto e 0,23%, a US$ cents 326.25/bushel.
Os contratos passaram para o campo negativo com a assimilação do relatório de embarques do milho dos EUA na última semana. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) apontou que 716 mil toneladas foram embarcadas até o dia 30 de julho, uma queda 15% sobre as 841 mil t na semana anterior e 60% abaixo da média semanal de 1,79 milhão de t para totalizar a safra.
Os movimentos de realização nos lucros também colaboram com a sessão depois dos ganhos e oscilações registrados no início do dia e na última semana.
Além disso, o mercado acompanha o início do relaxamento dos cortes na oferta de petróleo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP+) no último sábado, mas o petróleo avança nesta tarde, e pesam sobre os futuros as previsões de chuva pelos próximos dias favorecendo o desenvolvimento das culturas localizadas no Meio-Oeste dos Estados Unidos.
Também não há novidades sobre novas compras por produtos norte-americanos pelos chineses, incluindo agrícolas, em função das recentes tensões estabelecidas nas negociações entre os países em meio à pandemia do COVID-19.