No fechamento desta terça-feira (03), às 16 h 50 (horário de Brasília), o contrato de setembro do milho cotado na Bolsa Brasileira registrou perdas de 1,64% e foi negociado a R$ 51,89/saca (no pregão anterior fechou a R$ 52,76/saca). Enquanto o novembro caiu 1,41%, a R$ 52,78/saca (sobre R$ 53,54/saca).
O dia recebeu pressão das oscilações do câmbio e movimentos técnicos realização nos lucros depois dos ganhos expressivos e fortes nos últimos pregões.
Além disso, o mercado se atenta à previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) de tempo firme na maior parte do país durante toda a semana, beneficiando o processo de colheita da segunda safra do cereal. Com alerta para chuvas parciais no Amazonas, Bahia, Roraima e Sergipe.
Também repercute o relatório da DATAGRO Consultoria que apontou hoje que a colheita da safra de inverno do cereal no Centro-Sul do Brasil atingiu 62,5% da área esperada até o dia 31 de julho. O resultado apresenta um avanço de 8,7 pontos percentuais sobre a semana passada, mas esta abaixo dos 85,9% no mesmo período do ano passado e da média histórica de 68,8%.
No cenário externo, a desvalorização de 13,25 pontos no spot da soja, 9,25 pontos no milho e 12,75 pontos no trigo mole negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) também pressionaram a sessão na B3.