Às 11 h 49 (horário de Brasília) desta segunda-feira (10), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de setembro se valorizava 4,25 pontos e 0,49%, a US$ 870.00/bushel. Enquanto o novembro subia 4,75 pontos e 0,55%, a US$ 872.25/bushel.
Os futuros da soja operam valorizados no pregão diurno da CBOT repercutindo os reportes divulgados há pouco pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) de venda para a China de 264 mil toneladas e 324 mil t no ano comercial 2020/21, que começa em 1º de setembro, além de financeiro mais positivo.
Além disso, houve anúncio de 111 mil t de soja para destinos não revelados no mesmo ano comercial.
A continuidade das vendas para a China são um importante sinal para o mercado devido aos novos desdobramentos na relação diplomática entre Pequim e Washington, principalmente após a prisão do empresário de mídia de Hong Kong, Jimmy Lai, e sanções chinesas recentes contra 11 autoridades americanas.
Apesar disso, os ganhos são reduzidos devido previsão climática favorável para o desenvolvimento da oleaginosa no cinturão agrícola dos Estados Unidos com expectativas de safra volumosa no país. Para hoje, os investidores esperam o novo relatório de embarques semanais do USDA e o relatório de estágios e condições das lavouras após fechamento do mercado.