Soja registra queda leve no pregão noturno da CBOT

Às 08 h 24 (horário de Brasília) desta terça-feira (11), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de setembro perdia 1,25 ponto e 0,03%, a US$ 868.75/bushel. O novembro recuava 1,00 ponto e 0,11%, a US$ 872.25/bushel.

No fechamento de segunda-feira (10), a oleaginosa subiu 4,25 pontos e 0,49% no contrato de setembro, a 870.00/bushel. O novembro avançou 5,75 pontos e 0,66%, a US$ cents 873.25/bushel.

Os futuros da soja são pressionados pela leve melhora na condição das lavouras nos Estados Unidos. Até dia 09, 74% das lavouras estavam em condições boas/excelentes, ante as 73% da semana anterior, segundo o Departamento de Agricultura do país (USDA, sigla em inglês). 21% em situação regular e 5% ruim.

Além disso, segue a previsão de clima favorável para o desenvolvimento das lavouras da oleaginosa, com expectativas de safra cheia e possíveis ajustes no relatório de oferta e demanda na quarta-feira (12).

Apesar disso, as perdas são reduzidas com expectativas sobre o cumprimento do acordo comercial entre China e Estados Unidos. Na véspera, as compras chinesas da soja norte-americana totalizaram 588 mil toneladas no ano comercial 2020/21, em dois anúncios. Também houve reporte de venda de 111 mil t para destinos não revelados.

Considerado fraco, os embarques da soja norte-americana totalizaram 636 mil t até o dia 06 de agosto, uma alta de 13% sobre as 558 mil t na semana anterior, mas cerca de 60% abaixo da média semanal de 1,63 milhão de t necessária para totalizar a temporada 2019/20, segundo reporte do USDA também na segunda-feira.

O mercado acompanha o noticiário internacional com foco na relação diplomática conturbada entre Washington e Pequim.