Nesta terça-feira (11), o petróleo WTI subia 1,74%, a US$ 42.67/barril, às 09 h 05 (horário de Brasília) na Bolsa de Nova York.
No fechamento de segunda-feira (10), o contrato do WTI saltou 1,75%, a US$ 41.94/barril.
Os futuros do petróleo operam nesta sessão em alta respondendo aos estímulos que os EUA podem realizar para sustentar a economia neste momento de crise. O presidente Donald Trump afirmou em sua principal rede social que democratas do Congresso querem se reunir para discutir os estímulos, após a estagnação das negociações na semana anterior.
O Índice de Gerentes de Compras (PMI, sigla em inglês) da China subiu 52,8 no mês passado, sobre 51,2 em junho, alimentando o otimismo econômico global. O resultado é considerado o terceiro mês seguido de crescimento e o maior salto desde janeiro de 2011.
Ainda sobre a Ásia, exportadores relatam que a demanda por energia na região também vem aumentando gradativamente.
A notícia de que o Iraque deve reduzir sua produção de petróleo em mais de 400 mil barris por dia (bpd) entre agosto e setembro para compensar o relaxamento da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e Aliados (OPEP+) é bem vista pelo mercado que busca estabilidade no setor.
A Noruega reduzirá sua produção em até 231 mil bpd em setembro e fará parte da aliança para evitar o excesso de petróleo no mundo.
A OPEP+ volta a realizar reunião em 18 de agosto para revisar sua estratégia de cortes. A produção do grupo já sofreu ajuste de 9,7 para 7,7 milhões de barris na virada para o mês de agosto.