Às 12 h 02 (horário de Brasília) desta terça-feira (11), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de setembro se valorizava 1,00 pontos e 0,11%, cotada a US$ 872.50/bushel. O novembro registrava estabilidade a US$ 873.25/bushel. O contratos de vencimento mais distante registravam queda nesta nesta sessão.
Os futuros da oleaginosa volta ao campo positivo neste final de manhã, após perdas modestas no pregão noturno, com a repercussão de venda de 132 mil toneladas de soja dos EUA para a China referente ao ano comercial 2020/21, que começa em 1° de setembro, conforme anúncio do Departamento de Agricultura do país (USDA, sigla em inglês).
Em complemento, ontem (10), o USDA divulgou duas compras feitas pela China da soja norte-americana no total de 588 mil toneladas no ano comercial 2020/21, além de 111 mil t para destinos não revelados.
Os reportes de venda amenizam as preocupações do mercado sobre o cumprimento do acordo comercial, mas o gigante asiático ainda precisa acelerar as aquisições para cumprir o documento. O financeiro mais positivo no dia, com expectativas sobre registro de vacina russa contra a COVID-19, também colabora.
Por outro lado, o mercado ainda está digerindo o novo relatório das condições das lavouras dos EUA que apontou leve melhora nas lavouras da oleaginosa, com 74% em condições boas/excelentes até dia 09 de agosto, ante 73% da semana anterior, segundo o USDA. Além disso, 21% das plantações estavam em situação regular e 5% ruim.
Para amanhã (12), é esperado o novo relatório de oferta e demanda com perspectiva de aumento na produção e nos estoques da safra nova dos EUA e mundo.