Às 14 h 53 (horário de Brasília), desta quinta-feira (13), o dólar comercial registrava perdas de 1,65% e era negociado a R$ 5,3640. Enquanto o Ptax caía 1,37%, a R$ 5,3801.
O câmbio passou para o lado negativa nesta sessão com a movimentação técnica de realização nos lucros depois da valorização da véspera, além de dados econômicos favoráveis no cenário nacional e internacional.
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou hoje que o setor de serviços no Brasil registrou um avanço de 5% no mês de junho, após 4 meses de perdas com impactos do coronavírus, apesar de acumular queda de 14,5% desde o início da pandemia.
Além disso, o mercado segue otimista com as propostas econômicas do Ministério da Economia liderado por pelo ministro Paulo Guedes. O presidente Jair Bolsonaro ressaltou ontem (12) que o Governo Federal respeitará o teto de gastos previsto pelas casas depois que se reuniu com ministros e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre.
No âmbito externo, repercutem as expectativas da videoconferência entre representantes dos Estados Unidos e da China no próximo sábado, dia 15, para novas revisões da “Fase 1” do acordo comercial com recentes tensões entre os países.
Contribuindo para a pressão do dólar ante o real, o Departamento do Trabalho norte-americano apontou hoje que foram totalizados 963 mil pedidos de seguro-desemprego no país, uma desaceleração sobre os 1,9 milhão de pedidos da semana anterior e abaixo das estimativas do mercado. A queda nos pedidos também está ligada à falta de consenso do Congresso sobre a ajuda de 600 dólares aos desempregados.